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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Psicologia+Psiquiatria+Profissionais de Saúde+ Políticas Públicas = - Suicídios ??



A ABP está vinculando uma campanha junto com a Rede Globo de Televisão sobre Saúde Mental e o comportamento suicida.... Infelizmente ainda acontecem debates em torno do Ato Médico. Em síntese podemos observar a urgência de um trabalho intensivo em torno da saúde mental...

Nesse processo tanto as associações de psiquiatria quanto as associações que envolvem todos os profissionais ligados direta ou indiretamente com a área de saúde (psicólogos, assistentes sociais, e que ainda deveriam envolver antropólogos, educadores e etc... Deveriam trabalhar em prol de legislações e políticas públicas melhor elaboradas no sentido de haver um dever no respeito, na interdisciplinaridade e coordenação horizontal....

Já que espontaneamente ainda há uma briga de Egos ridícula.... O que observamos são profissionais de saúde  que não sabem lidar entre si, imagina cuidar do próximo... E aí ? Temos que olhar todos os lados da questão... A que ponto a sociedade chegou, a muito tempo, onde a cada hora um ser humano se suicida ?? A penúltima novela das 8 da globo também abordou tal tema, de saúde mental... E a síntese era a mesma, que a sociedade não tem nehum preparo para lidar com as questões de saúde mental... As vezes de certa forma há uma tentativa de continuidade...  Esta demanda é muito séria e merece um esforço conjunto que irá trabalhar o indivíduo desde sua primeira infância... Um desfasamento de milênios existe nos paradigmas vigentes. O paradigma que é base para a ciência do direito,  da administração..... Sendo mais uma vez repetitivo... é necessário profissionais que estejam conectados com a diversidade. Esses profissionais não podem ter um caminho somente acadêmico... Os estágios de formação desses profissionais devem privilegiar essa diversidade... A especialização gera profissionais caolhos, aleijões.... Profissionais fragmentados... Profissionais Esquizofrenizadores,  psicopatizantes da sociedade... Isso é muito sério, urgente...
 A sociedade precisa de profissionais que saibam de fato trabalharem com base em /no Paradigma Integral... Não adianta se vestirem de um personagem integral, mas de fato estes tem que haver vivido essa diversidade... É um desafio, mas que em outrora esteve apontado.... A valorização da diversidade da prática e do pensamento com base na História, nas Filosofias e Mitologias, onde o profissional entende qual foi o caminho do pensamento,  da linguagem, dos simbolos...valores básicos e etc... A diversidade da prática, onde o sujeito pra se tornar profissional em alguma área precisava ter uma visão ampla da sociedade de maneira prática.... O estágio obrigatório não acontecia em somente uma área... O que é um ganho para todos, aluno, universidade, consequentemente pra sociedade... Ex: Serviço de Psicologia Aplicada que não fosse voltada só pra clínica, mas também pra educação, jurídica, administrativo...etc...etc...
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Inversão de Valores ??

Os comportamentos que deveriam ser exceção...viraram padrão... um comportamento que é sintese:
Vamos tomar aquela cervejinha pra relaxar !!!! O ministro tentou fazer uma campanha IGUAL houve com o cigarro, de desvinculação de propagandas pra essas drogas lícitas... Virou piada !!! As consequências dessa permissividade estão aí gritando em nossos ouvidos !! Muitos insistem em não querer ouvir !!! É uma doença social... é um comportamento suicida de toda a sociedade, esse comportamento está carimbado nas leis, estatutos, insconscientes e conscientes atitudes do sistema vigente !!  Cuidar de si e do outro também é piada... o importante é tomar a cerveja no final de semana !!! CARAMBAAAA !!! QUANDO VOCÊ AÍ ELITE OU POVÃO IRÃO ACORDAR PRA AMAR A VIDA !!! AMAR A VIDA NÃO É ISSO !!! VOCÊS SÃO ESCRAVOS DE UM CONDICIONAMENTO GIGANTE !!! Orgulho uma pinóia...pq a empresa de cerveja nacional é grande e conquistou o mundo... não interessa... o alcool é uma droga que destrói muito... igual as outras... !!! Insistimos em sermos campeão de coisas ruins... peraí.... e o que tem de bom, será que é bom !!??  As melhores coisas estão em coisas muito simples.... ACORDAAAAA !!!! TÁ DIFICIL É ?? Não me venham com justificativas banais... que tem coisa pior...!!! Aquela velha frase que diz um erro não justifiica o outro... Tem que haver diálogos e ações... TO FICANDO CARECA JÁ !! E toda hora um pergunta pro outro o que vc faz ?? Eu trabalho 6, 8, 12 horas por dia... e o que vc faz?? Sou escravo desse sistema de fazer "alienados da vida"...que se acham integrados nela... Se está aí sou um sucesso, tenho carro, casa e tomo minha cervejinha com os amigos !  A vida é só isso ??

 SEUS AMIGOS E FAMILIARES MORRENDO DO SEU LADO E VOCÊ CONTINUA ACHANDO NORMAL !!! VENDO O TIMÃO JOGAR NA TV E SAINDO TRêBADO.... ESPORTE NÃO DEVERIA SER ASSOCIADO A ESSA TOLICE TODA... Patrocínio vindo de um produto que é contrário a saúde, que é contrário ao esporte... que destrói milhares de famílias...

Todos podem encontrar com seus amigos e conversarem onde quer que seja e tomar seu suco... ou mesmo refrigerante, mate...etc... Há tanta coisa pra se fazer... Conversar, cantar, dançar,desenhar, passear, pedalar, caminhar, nadar, pintar, esculpir, reciclar... plantar, escrever, ler... fotografar, filmar, atuar, estudar, ensinar, aprender, ajudar, voluntariar...solidarizar... Ficar no bar bebendo e achar que isso é ter amigos...é uma ilusão burra e muito frustrante... Fingir que nada está acontecendo... É hora de pessoas inteligentes iguais a vocês terem uma atitude mais autonoma e fazerem um caminho mais leve, e que tal vamos pro bar nos empaturramos de mate e rimos muito e no final sem rebordozas ou ameaçar a vida dos outros no transito.... Vamos lá meus queridos, nós podemos...



A diferença na construção de um mundo melhor está em detalhes, em pequenas atitudes que está ao alcance de cada um de nós !!!


sobre mais informações: http://psicoterapiabrasil.blogspot.com/2010/07/suicidio-sera-abordado-pela-rede-globo.html

http://www.abpcomunidade.org.br/campanhas/







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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

PARADIGMA INTEGRAL

PARADIGMA INTEGRAL ?
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Sinto Muito (Texto Bárbara Axt)

foto serie fringe
fox.com/fringe
 
Texto retirado do site: http://super.abril.com.br/superarquivo/2005/conteudo_387306.shtml

Sinto muito

Olhe, escute, toque, trema, fique tonto - e muito mais. Os sentidos são a única forma que temos para saber que nós e o mundo existimos. E tudo o que sabemos sobre eles está mudando

Bárbara Axt

Tente descrever qual é a graça de andar em uma montanha russa usando só os 5 sentidos. Enquanto você coça a cabeça para descobrir se a vertigem e o frio na barriga se encaixam no tato, na visão, no olfato, na audição ou no paladar, aproveite para pensar em outra coisa: como você sabe que seu braço está de fato coçando a sua cabeça, se não consegue vê-lo? Se quiser mais desafios, olhe de novo a página anterior e responda: por que a imagem de um prego no olho traz uma sensação de dor? Por que alguns padrões de cor e de formas dão a ilusão de vibrar? Por que ver uma mulher beijando um rato embrulha o estômago? Aliás, qual dos 5 sentidos lhe diz que você teve um embrulho no estômago?
Não fique tonto com essas questões (até porque a tontura é outra sensação que não dá para explicar só com audição, visão, tato, olfato e paladar). Como você já deve desconfiar pelas perguntas acima, os nossos sentidos são muito mais complexos do que sempre nos disseram. A idéia de que temos apenas 5 formas de perceber o mundo foi formulada pelo filósofo grego Aristóteles no século 4 a.C. e, de forma um tanto impressionante, permanece popular até hoje. A ciência, no entanto, já percebeu que os nossos sentidos passam de 20 e são bastante maleáveis, complexos e interessantes. Quando começaram a estudar as portas da percepção, coisas incríveis aconteceram: pessoas passaram a enxergar pela língua ou pelo ouvido, pintar coisas que nunca viram, sentir o tato só pela visão. É a nova ciência dos sentidos – e ela pode mudar tudo o que sabemos sobre a realidade à nossa volta.

Vendo tudo
Quantas formas de perceber o mundo nós temos? Não é uma pergunta fácil, principalmente porque, para respondê-la, precisamos antes saber de que mundo estamos falando. É que, nesse caso, existem dois: o externo e o interno. Os 5 sentidos tradicionais são específicos para observar o que acontece fora de nós. Além deles, existem aqueles que servem para percebermos nós mesmos e a relação do nosso corpo com o espaço. Mesmo de olhos fechados, você sabe que tem pés, braços, cabeça, um corpo inteiro, certo? O sentido encarregado de informar o que faz parte do nosso corpo é a propriocepção. O neurologista inglês Oliver Sacks, no livro O Homem que Confundiu sua Mulher com um Chapéu, cita o caso real de Christina, que, aos 27 anos, perdeu a propriocepção depois de receber antibióticos. De uma hora para outra, ficou incapaz de sentir o próprio corpo e precisou aprender a se virar usando outros sentidos, como a visão e a audição. Precisava ver as pernas ou as mãos para andar ou pegar um objeto. Falar se tornou muito difícil – é graças à propriocepção que sentimos a posição da boca.
Comece a viajar nesse mundo interno e vão pipocar sentidos que nos informam situações como o equilíbrio, a pressão sanguínea, a sede ou a fome. Um exemplo é a cinestesia, que nos diz quando cada parte do corpo se move. Só que alguns cientistas acreditam que, mesmo somando todos esses sentidos, ainda não temos o retrato completo. Quem sabe se cada um desses não é um agrupamento simplista de muitas formas de percepção? Afinal, sentir um toque gelado é diferente de sentir um toque com pressão. E enxergar formas é diferente de enxergar cores – o que é comprovado pelo fato de que é possível ficar cego apenas para as cores, como bem sabem os daltônicos. Será correto agrupar no nome "visão" a percepção das formas, dos vermelhos, dos verdes e dos azuis? Ou deveríamos falar de pelo menos 4 sentidos? Não existe ainda entre os cientistas um consenso sobre o que deve ou não ser considerado um sentido isolado. As diferentes respostas a essas perguntas podem fazer o nosso número total de sentidos oscilar entre 10 e 33 (veja tabela à direita). Sentiu o problema? Pois ele é só o começo.

Fazendo sentido
Os sentidos são como uma gangue: além de serem muitos, agem sempre em grupo. E basta acionar um para que todos respondam. Segundo Alvaro Pascual-Leone, neurologista da Universidade Harvard, em Massachusetts, EUA, nosso cérebro está sempre usando todas as percepções para criar um cenário mental da situação. É o que se chama de "mãos da mente": ao olhar para um abacaxi, você sente a textura espinhenta da fruta, enquanto mentalmente é capaz de sentir seu cheiro e o sabor doce e ácido.
Por que isso acontece? Antes de mais nada, é importante entender que sensação e percepção são processos complementares, mas diferentes. A sensação é a parte passiva da coisa, quando simplesmente recebemos um estímulo. É quando as ondas sonoras atingem o aparelho auditivo, fazem o tímpano vibrar e, na forma de impulsos elétricos, são levadas pelo nervo auditivo até o cérebro. A partir daí, entra em cena a percepção, que assimila, decodifica e processa esses dados.
As nossas sensações estão sempre funcionando, mas nossa percepção varia bastante. Ela pode ser temporariamente desativada: como qualquer um que tenha assistido a uma aula chata pode dizer, é possível escutar palavras sem ouvir nada. Por outro lado, é só andar em uma rua deserta para perceber como ficamos mais perceptivos a barulhos e sombras. O desligamento é seletivo: quando queremos conversar com alguém em uma festa barulhenta, precisamos ignorar todas as conversas paralelas, mas basta mencionarem nosso nome para voltarmos a atenção a outra conversa. Na Universidade Harvard, os psicólogos Daniel Simons e Christopher Chabris pediram que voluntários contassem o número de passes dados em um jogo de basquete, o que fez com que muitos não percebessem uma pessoa vestida de gorila atravessando a quadra. (Preste atenção: alguém pode estar chamando o seu nome enquanto você lê esta matéria.)
É possível ter problemas na percepção – um mal neurológico conhecido como agnosia que impede o reconhecimento de qualquer imagem, cheiro ou som. Existem relatos de pessoas incapazes de diferenciar um círculo de um quadrado, apesar de enxergar bem as duas formas. Oliver Sacks cita o caso de um professor de música com um processo degenerativo nas partes visuais do seu cérebro que foi aos poucos perdendo a capacidade de enxergar o todo de uma imagem. Identificava apenas os detalhes ou os movimentos. A confusão chegou a tal ponto que ele não conseguia mais entender uma rosa, apesar de descrevê-la com riqueza de detalhes. Durante uma consulta médica, confundiu seu pé com o sapato e, depois, pegou a cabeça de sua mulher para colocá-la na sua própria cabeça, literalmente confundindo-a com um chapéu.
Mais impressionantes ainda são os casos em que a sensação não acontece, mas a percepção sim. Nosso cérebro é capaz de sentir texturas através da visão (olhe para um cachorro fofinho, por exemplo) ou formar imagens através do tato. O pintor turco Esref Armagan é cego de nascença e seus olhos não detectam nenhum tipo de luz, mas mesmo assim ele é capaz de pintar imagens complexas, como paisagens ou peixes, respeitando as regras da perspectiva. Ele retrata até mesmo objetos distantes, como montanhas e nuvens. Como consegue?
Em primeiro lugar, ele conhece os objetos através do tato e pelas explicações de pessoas que enxergam. Para saber o que está pintando, ele usa uma tinta com textura que lhe permite sentir os próprios traços. Mas o segredo mesmo está na cabeça de Armagan. O córtex visual (área responsável por processar a visão) de uma pessoa funciona mesmo sem estímulos visuais objetivos. Por exemplo, ao fechar os olhos e imaginar uma cena, seu cérebro vai ativar a área relacionada às imagens, mesmo que em uma intensidade mais baixa. O mesmo acontece com o cérebro de Armagan: atividade leve quando ele imagina alguma imagem e bem mais alta quando está desenhando ou pintando. Nessas horas, sua atividade no córtex visual é praticamente igual à de alguém que enxerga perfeitamente. Usando informações da memória, tato, descrição, localização espacial e outros sentidos, ele consegue formar uma imagem parecida com a que temos ao enxergar.
Definir a visão parecia ser uma tarefa simples, mas se torna um pouco mais complicado agora: um indivíduo com agnosia é capaz de reagir à luz, mas não vê certos objetos. Armagan não reage à luz, mas usa relatos para "enxergar" a ponto de pintar melhor do que muita gente com a visão perfeita. Casos como o dele reforçam a teoria de que a percepção das coisas não depende exatamente do caminho pelo qual o estímulo chega. Ou seja, seu cérebro consegue ver de várias formas – os olhos são apenas o caminho mais tradicional.

Olhando pela língua
Em uma pesquisa na Inglaterra, tudo o que voluntários precisavam fazer era colocar o braço debaixo de uma mesa. Por cima, ficava um braço de borracha, usado em shows de mágica. Os braços real e falso eram tocados pelos mesmos objetos, ao mesmo tempo. Foram precisos apenas 11 segundos para que eles começassem a considerar como sua a mão que estava visível, o que ficou provado pelo monitoramento da atividade cerebral e porque, no final da experiência, vários apontaram a mão de borracha como sendo a real. Já o neurologista Alvaro Pascual-Leone, de Harvard, foi mais longe: fez pessoas com a visão perfeita passarem 5 dias com óculos que bloqueavam toda a luz. Durante esse período, eles relataram um aumento nos outros sentidos e também algumas alucinações visuais. Além disso, estímulos táteis ou auditivos tornaram-se capazes de ativar o córtex visual do cérebro. Todos esses sintomas desapareceram menos de 24 horas depois que os voluntários retiraram os óculos.
As duas experiências mostram que os nossos sentidos são muito mais flexíveis e adaptáveis do que se acreditava. Por estarem todos interligados, é só limitar um pouco um deles para que outros tentem compensar a deficiência. Na primeira experiência, a visão interagiu – e acabou substituindo – a propriocepção. E, na segunda, Pascual-Leone acredita que o córtex visual dos voluntários começou a se adaptar para funcionar com estímulos não-visuais. Nos dois casos, o que interessava ao cérebro era a informação disponível. Com os dados que tinha, ele tentava montar uma imagem mental.
Descobertas como essas abriram caminho para encontrar formas de compensar deficiências como cegueira e surdez. Um dos resultados mais promissores é o vOICe, um dispositivo criado pelo inventor holandês Peter Meijer para fazer pessoas enxergarem por meio de música. Ele usa um padrão de sons para descrever imagens captadas por uma câmera, que pode ser acoplada aos óculos de um deficiente visual. Agudos indicam um objeto em posição elevada, como uma prateleira, enquanto sons mais graves indicam algo perto do chão. O volume está relacionado à luminosidade: quando mais alto o som, mais claro o objeto. A ausência de luz é representada pelo silêncio. Pode parecer estranho, mas com algum tempo de uso o sistema pode guiar uma pessoa por um ambiente.
Algo parecido pode ser feito com o paladar. O BrainPort, da Universidade de Wisconsin, EUA, é formado por 144 eletrodos dispostos em um quadrado do tamanho de um selo, que fica em contato com a língua. O alpinista Erik Weihenmayer, cego há mais de 20 anos, usou o dispositivo para projetar em sua língua as imagens captadas por uma câmera localizada em sua cabeça. Em pouco tempo de uso, foi capaz de identificar objetos e apanhar uma bola em movimento. Já a americana Cheryl Schiltz usou o BrainPort para recuperar a sensação de equilíbrio. No caso dela, um aparelho localizado também na cabeça registrava todas as vezes que ela se inclinava, indicando o desnível através dos eletrodos – ao deixar a cabeça alinhada, ela sentiria uma sensação mais forte na parte central da língua. Foi o suficiente para que Cheryl andasse pela rua, subisse e descesse escadas e até mesmo carregasse uma bandeja.
A viagem através dos sentidos está apenas começando. Cada um desses novos equipamentos levam a descobertas ainda mais profundas sobre como percebemos o mundo, que por sua vez levam a tecnologias mais avançadas. Talvez um dia os cientistas cheguem à conclusão de que temos mais de 35 sentidos ou, quem sabe, a uma resposta ainda mais radical: um só. Como o que está em jogo é nada menos a forma com que lidamos com o mundo e com que sabemos que tudo existe, é possível que essas pesquisas mudem toda a nossa relação com a realidade. O que estaremos vendo e ouvindo daqui a algumas décadas? Ninguém sabe.

O Homem que Confundiu sua Mulher com um Chapéu, Oliver Sacks, Cia. das Letras, 1997

viscog.beckman.uiuc.edu/djs_lab/ - Laboratório de Cognição Visual
www.oliversacks.com - Site do neurologista Oliver Sacks


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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Pendência Social Mundial - Dependência Química - Poder Paralelo





 



   Assisti o programa 3 a 1 na TV Brasil de Janeiro de 2010. O formato do programa mostra uma metodologia em círculo onde as informações se complementam, trazendo o conhecimento sobre o assunto com dados profissionais e vivências pessoais. Caminham com teses, sínteses e antíteses... Questões e apontando possíveis caminhos de resolução. Trouxe muitas questões, algumas as mesmas de sempre e algo talvez diferente, surpreendente e assustador...

   Mais uma vez  fica evidente que a situação é complexa, mas que os pontos de estrangulamento das soluções  apontam para as estruturas educacionais. Quanto melhor os dados são avaliados mais  evidenciam o quanto dos processos sociais são determinados por questões políticas e economicas. Sendo assim para se entender o contexto cultural e comportamental sempre será necessário um trabalho conjunto em uma hierarquia de cooperação horizontal...  Quer dizer que os Sistemas de Educação tanto institucionais quanto familiares estão a muito tempo falidas. Onde predominam o faça o que eu digo e não faça o que eu faço, e manda quem pode obedece quem tem juízo. Os profissionais de todas as áreas se condicionaram em modelos que não deram resultados favoráveis ao desenvolvimento humano social e ambiental do mundo... As formulações de questões continuaram sendo as mesmas, as explicações também... Mudaram sempre os rótulos, criaram analogias, novos termos adaptando o discurso a visão do momento. O lucro é o que importa... e não a vida. Mas vamos dizer que nos importamos, assim vendemos mais... A vida continua sendo ameaçada e destruida em todos os campos bio psico social e espiritual... As vezes dentro das regras do jogo, existem termos que ajudam a avançar, mas logo encontrasse no mesmo texto ( legislação, projetos, etc...) outros termos que contradizem o anterior, muitas vezes anulando o texto como um todo. A base de uma vida com qualidade para todos é a  Educação. E o que é Educação ? Educar é Prevenir...  Acontece que há vários Poderes Paralelos (Psicopatas) e este é realmente um problema que afeta a todos,  e diz muitas vezes é melhor que você fique quieto... É a política do Terror, da Esquizofrenização, do medo, da paranóia... e que fica de uma certa forma evidenciado nesse Programa... Para amenizar acontecem vários movimentos mostrando os vários lados como acontece na reforma psiquiatrica que teve como base a luta antimanicomial , a antipisquiatria e outros... Há algum tempo já se identifica os pontos problemáticos dessas situações. Existem movimentos de combate a tais situações, mas que é exercido pela minoria...  O que aumenta ainda mais a sensação de impotência de toda uma população mundial sobre determinados assuntos. Poucas pessoas querem se tornar heróis, pois entendem que os mesmos estão associados a darem suas vidas pela causa. Acaba acontecendo o que o Doutor Paulo Gontijo disse: Existem  muitas retóricas, mas pouca ação... Não existem programas de educação e saúde envolve tais questões. Sendo uma das vergonhas nacionais a muito tempo... Coloco novamente outra questão: Como dar conta de um serviço de qualidade, que requer multi e inter disciplinaridade na atuação? Nesse momento as instituições e as pessoas pensam que este modelo será muito caro e preferem pagar o alto preço que já estamos pagamos por vivermos em um caos social generalizado... É a famosa economia suja...

   Uma vez uma policial me disse, se não houver crimes, não há trabalho para nós... ! Se não houver pessoas doentes, não haverá demanda para a máfia de branco... E então, realmente a questão passa por uma filosofia política e econômica e que envolve todos os setores da sociedade... A sociedade se afirma como uma entidade destruidora que só sabe viver sobe a ordem do consumo compulsivo.É sabido que essa "Ordem" é incutida na grande massa através dos meios de comunicação e inclusive da Educação aí vigente... Há uma emergência, as naturezas a cada dia aumentam ainda mais o alerta...

   Não quero dizer com isso que a sociedade deve desistir de trabalhar em prol de uma humanidade do Amor. Da qualidade de vida para todos... Simplesmente e "complexadamente" são elementos que estão aí e vivem dizendo desse "não dar conta"... mas afinal de contas o que é isso ? Só existe esse caminho? A hipocrisia eterna ? Somente consiguimos dizer que não queremos, mas não conseguimos atuar em prol de uma sociedade realmente livre e com responsabilidades éticas exercidas sobre o todo?

A natureza dos reinos e do ser humano tem uma força e um potencial enorme incrivel, que sempre é deixado de lado... Estão ditos nas palavras do Rodrigo na reportagem... 

   Essa reportagem traz elementos-parametros muito importantes para já se construir políticas públicas, e as reformas tão citadas e tangenciadas... As academias já tem centenas de doutores e phds que já discutiram e continuam discutindo tais elementos há décadas e décadas e a situação ainda está aí... O que ocorre então ?  Toda uma sociedade desmoralizada ??

   Esses debates são realmente muito ricos, mas certos pontos  muito importantes ainda deixam de serem vistos, por uma maneira de ver o mundo ainda extremamente arcaica. Mas não só permeada realmente pela cultura do medo...

    Voltando a questão uma questão mais específica do programa, infelizmente quando se fala de usuário exsitem várias outras questões envolvidas... Somente a  frase Cada caso é um caso se aproxima de uma colocação mais justa, harmonica, coerente, humana para tais situações... pois infelizmente o usuário é realmente um problema de saúde, mas como foi dito não só de saúde... mas de educação, social, política,  econômica... Mas aqui parece que somente o usuário ficou como vitima, pois é doente... Aqui começamos a pensar do inicio... O que é vítima ? O que é algoz? O que é doença? Quando a vítima é só vítima ? Isto exsite? Quando ela é algoz também?  O traficante é somente algoz ou é vitima também ? Tenho a impressão que há uma denuncia gravíssima nesse programa a respetio de um  orgão governamental americano...etc... Na reportagem a alguns indicios sobre a grande responsabilidade (direitos humanos) da elite politica e economica mundial... Afinal de contas quem deve ser criminalizado, punido..? Quem são os verdadeiros algozes e vítimas dessa história? Será que as Classes dominantes  querem continuar fazendo suas experiências e usando o mundo como laboratório e a maioria dos humanos como cobaia. Ainda velarem, criando um cortina de fumaça, omitindo, criando teorias e legislações contraditórias e esquizofrenizantes para minar a força e potencial de construção saudável para o mundo?  Serão vítimas e debatedores pois querem melhorar ou explorar mais esse tipo de mercado ? Quanto tempo existiram instituições que exploram a fé e hoje o social?^É realmente muito delicado como o Rodrigo colocou, pois penso que os músicos são extremamente sensíveis as questões humanas e por isso, de forma simples conseguem sintetizar as vezes tais situações... mas mesmo assim por ser elite, e por talvez sorte ter tido uma família estruturada, não tenha visto o outro lado de tal derrocada... Todos somos vítimas, mas todos somos algozes também... E aí diante dessa visão, como ficam as argumentações? Que tipo de atitude devemos tomar? Esperar até que a guerra se instale de vez? Colocar a responsabilidade somente na mão de governantes e políticos totalmente despreparados para construirem um novo modelo de sociedade que tenha uma ação de forma Harmonica?  Diante disso mais uma vez vemos que a forma de organização social  é fragmentada, e por isso mais fragmenta do que articula, cria pontes... Onde cada um tendo uma visão somente de seu ponto de vista quer dizer que é competente naquela ponto e não procuram fazer as pontes... (é a famosa derrocada: cada um puxa a sardinha pro seu lado) Não existe essa visão integral , a interlocução entre as outras áreas, classes... Não adianta somente levar o valor de uma estrutura para outra... Por exemplo: Uma questão  a ser colocada e que tem sido colocada a algum tempo. O que é ser bem sucedido? O que é o melhor?  Uma situação que demonstra bem a inversão de valores acontece quando uma família foi estruturada como classe média baixa, assim tendo acesso a uma universidade. Chegando no momento atual do mundo não há emprego para quem é de classe média baixa formado em uma Universidade. Do outro lado assistimos um pedreiro bem organizado que construiu uma familia bem estruturada. Quando passa a tradição de ser pedreiro bem organizado, a familia continua bem... mas quando acredita que a familia de classe média baixa dos que estão na universidade estão melhor que eles e coloca os seus filhos na universidade, aí sua familia desanda.... Então não há como generalizar. A Educação é importante sim isso não temos dúvida. Mas que tipo de Educação é essa? Até algumas vezes são feitos esses questionamentos, mas os caminhos para soluções deles continuam fragmentados... Usam a Educação como mais uma mercadoria muito vendável e uma excelente marca que se agrega as instituições... Tem que se investir muito e muito mais nessa área... e tem que ser redundante... colocando a Educação como Educação Integral... bio psico social e espiritual... Hoje precisariamos muito mais do que profissionais para área de petróleo e gás, profissionais que saibam construir comunidades inteligentes... na verdade voltamos a alguns pontos básicos. Na Grécia ser político era uma das áreas básicas da Educação...pois significa saber viver em comunidade...

   Uma das bases disso é por exemplo que quando falamos de saúde... necessariamente estamos falando de Educação... e vice versa.... que está interligada a outros fatores... Enquanto a sociedade como um todo não se mobilizar para essa visão de mundo... que a vida é interdependente, em consequencia disso o conhecimento, a ação e tudo o que se faça também é. Continuaremos vivendo tempos de "Esquizofrenia" geral disfaraçado de Desenvolvimento Econômico, Evolução Tecnologica, Educação de ponta, entre mil outros nomes que as "Elites" mantem...  E inclusive muitas vezes disfarçam bem em forma de uma visão humanista e integral... É realmente muito delicado, mas por incrivel que pareça se existisse a real vontade de uma meia dúzia de poderosos bem intencionados isso mudaria... Isso talvez mostra que apesar do livre arbítrio, construiu-se uma prisão sem paredes, a inversão de valores bem maquiada de verdade....etc... Temas repetidas vezes discutida por vários filósofos, pensadores, cientistas em geral...etc... Mas apesar desse volume de material, ainda se pergunta: E aí? O que se faz com tudo isso ? Todos querem ser os grandes Donos da Verdade... Pra que?  Quais são os caminhos ?

    No meu ponto de vista, não posso dizer que saiba a verdade absoluta, mas a verdade relativa ao que vivo pra mim... Educação como sempre foi falado é fundamental... mas não adianta ter acesso somente... mas uma Reforma político e economica mundial para que assim a Educação possa cumprir seu real papel de Educar para vida pela vida com vida !!

  Agora é óbvio que quero tomar o cuidado de fazer alguns apontamentos finais. O Rodrigo falou da importância da visão do policial também... Disse que a sociedade sabe o que está acontecendo, que a permissividade está causando em muitas situações perplexidade, que muitos começam a ver se multiplicar um verdadeiro caos social ao seu lado, que por um lado querem viver um hedonismo, uma cultura do prazer, Carpe Diem...etc... ao mesmo tempo que anestesiam suas responsabilidades e etc...

   Os profissionais que já foram usuários e hoje já conseguem encarar tal fato como prejudicial tem medo de falar, pois as sociedades e organizações profissionais marginalizam tais profissionais que assumem tal condição... e em contra partida e dentro da partida muitos desses profissionais inclusive muitos famosos, respeitados, mais uma vez doutores e phds dentro de suas áreas, continuam usando, aconselhando e fazendo comercial. Isso tudo acontece nas entrelinhas, e envolvem inclusive seus próprios clientes. Vemos isso como já existe na literatura e na realidade:  o caso no Estados Unidos onde o responsável pelo combate a prostituição fazia parte da exploração da prostituição... Aqui vemos profissionais responsáveis por tais atividades dentro da saúde serem usuários e apologistas das drogas... O que demonstra  uma das reais fragilidades e dificuldades de se lidar com a situação. Assim vemos como os artistas, músicos, atores..tem um papel fundamental no trabalho de educação e saúde... pois a eles é dada essa condição sem a criminalização e marginalização profissional... Podem se colocar de maneira a terem vivido, e assim terem propriedade moral para colocar a situação com propriedade moral, ética, prática, objetiva e com suas reais causas e soluções...

   É bom lembrar que estou aqui colocando somente observações e questionamentos. Não me coloco na condição de julgamento, apesar de todos os elementos terem um juízo de valor. Não sou Maria vai com as outras... mas também não sou dono da verdade !! Simplesmente observando, pensando e escrevendo e tentando aprender a viver melhor e construir um mundo melhor !! Não quero ser nenhum herói ou salvador do mundo... muito pelo contrário... quero viver de forma simples, "anônima" e emanando Amor para todos... Cooperando com o próximo no que for possível, vivendo e agradecendo a grande oportunidade de estar vivo... e recebendo a ajuda e possibilidade necessárias para continuar aprendendo e aprendendo e aprendendo !!


   Viver de maneira simples ?: Existem várias pessoas, instituições, movimentos, teorias, práticas e idéias que ajudam muito a caminharmos nessa construção... é certo que por dados formais, estatísticos e pesquisas das instituições "legalmente" estabelecidas e representantes das verdades sociais e comportamentais... mesmo a ciência se colocando como relativa... a "Guerra" do "bem" contra o "mal" tem sido perdida. Mas nessa "guerra" existem várias batalhas. Sendo que muitas batalhas o bem tem vencido... Quem é e o que é o bem? Quem é e o que é o mal? Isso realmente existe? Não há como reduzir as questões. Elas estarão sempre interligadas... então que Rigor é necessário ? Consciência ou Inconsciência ? Humano ou Espiritual ? Biológico, Psicológico, social, linguístico, filosófico, antropológico, geográfico ? Dar conta ou não dar conta? É assim que muitas vezes ainda são colocadas as questões... Existe o meio termo ? Existem meios termos? As elites de certas instituições de Poder de conhecimento se colocam sempre dentro de seus contextos e continuam não se comunicando? Criam uma categoria, mas o profissional somente é respeitado quando tem algo que o identifica fora daquela categoria? Todas essas são Pendências Sociais Mundiais... O planeta é um só e é de todos?

sábado, 19 de dezembro de 2009

Phones <> Smartphones <> I phone...



Um site muito interessante falando sobre tudo de smartphones... na verdade é um livro:

ocê está lendo um tópico de demonstração do livro Smartphones, Guia Prático:


Autor: Carlos E. Morimoto


Introdução: Os Smartphones



Antigamente, quando você estava em trânsito e precisava falar com alguém, sua melhor opção era procurar algum orelhão e cruzar os dedos para que a pessoa também não estivesse fora de casa ou do escritório. Em função disso, era muito comum que as pessoas mantivessem listas dos telefones onde podiam encontrar os contatos mais importantes (em casa, no escritório, na casa da avó, etc.) e os famosos recadinhos no estilo "se ver fulano, peça para ele me ligar", eram comuns.
Hoje em dia isso pode parecer um passado muito distante, mas, na verdade, faz menos de dez anos. Duas coisas que mudaram nesse período, e acabaram catalizando todas as outras mudanças que tivemos em matéria de comunicação e relacionamento, são os telefones celulares e a Internet.
A Internet dispensa comentários, já que massificou o acesso à informação e criou todo um novo universo de ferramentas de comunicação e publicação. Antigamente, quando queria saber mais sobre um determinado assunto, você ia a uma biblioteca, ou saía perguntando aos amigos. Hoje em dia, você simplesmente abre o navegador e faz uma busca no Google.
Os celulares tiveram um início mais humilde, servindo apenas como um sistema de telefonia móvel, baseado na transmissão por rádio. O nome "celular" vem da forma como as redes das operadoras são organizadas. Ao invés de uma única e grande estação de transmissão por cidade, são usadas várias estações menores, que dividem a cidade em pequenas áreas, chamadas de células, cada uma com (tipicamente) de 10 a 30 km². O uso de múltiplas estações permite aumentar o número de linhas disponíveis (já que, devido ao limite de freqüências disponíveis, cada estação dispõe de apenas algumas centenas de canais) e, ao mesmo tempo, permite que os aparelhos trabalhem com uma potência de transmissão muito mais baixa, o que aumenta a autonomia das baterias e reduz a emissão de radiação nociva.
A primeira geração de aparelhos utilizava um sistema muito simples, com sinal analógico e um sistema de identificação que podia ser facilmente copiado e reproduzido. Isso acabou levando a um problema crônico de clonagem de aparelhos, que acelerou a adoção do CDMA e do GSM, os sistemas digitais usados atualmente. Além de resolverem o problema da clonagem, eles possibilitaram a transmissão de dados baseada em pacotes, o que abriu as portas para o acesso móvel à web. Os celulares deixaram de ser apenas telefones portáteis para começarem o longo processo evolutivo, até se tornarem smartphones.
Conforme foram evoluindo, os celulares passaram a incorporar as funções de cada vez mais dispositivos, tornando-se progressivamente mais importantes. Mesmo os aparelhos mais básicos vendidos atualmente utilizam muitas vezes processadores ARM de 300 a 400 MHz e 64 MB ou mais de memória RAM (sem contar a memória Flash, usada para armazenamento). Ou seja, possuem um poder de processamento superior ao de muitos PCs do final da década de 1990. Com tanto poder de fogo disponível, não é de se estranhar que eles tenham passado a assimilar as funções de outros dispositivos, assim como no caso dos PCs.
As primeiras vítimas foram as agendas eletrônicas (lembra delas?), que foram incorporadas aos celulares na forma das funções para armazenar telefones e contatos. As vítimas seguintes foram os PDAs e os Palms, que, ao serem incorporados, deram origem aos smartphones que usamos atualmente, que incluem agenda de compromissos, visualizadores de documentos e outras funções que invadiram até mesmo os modelos mais simples.

Além da questão da integração, os celulares dispõem de uma arma importante, que é o fato de, ao contrário dos palmtops, possuírem conexão com a web. Isso permite que eles ofereçam também navegadores, clientes de e-mail e IM e assim por diante. Os palmtops, que eram tão populares há apenas 3 ou 4 anos, literalmente desapareceram devido à falta de demanda.

As próximas a serem incorporadas foram as câmeras digitais. De uma forma geral, as câmeras integradas aos celulares deixam muito a desejar com relação à qualidade de imagem, devido, sobretudo, à baixa qualidade dos sensores e das lentes usadas, que são justamente os componentes mais caros e importantes em qualquer câmera digital. Lentes baratas, combinadas com sensores de baixa qualidade resultam em imagens lavadas, mesmo que a resolução seja boa. Isso explica por que mesmo aparelhos com câmeras de 3 ou 5 megapixels deixam a desejar em muitas áreas.

Apesar disso, as câmeras integradas atendem bem ao público que quer apenas tirar fotos casualmente e filmar vídeos curtos em baixa resolução, sem precisar carregar uma câmera separada o tempo todo. Com as redes 3G, os celulares passaram a incorporar também uma pequena câmera frontal, de baixa resolução, destinada a fazer chamadas de vídeo conferência.
Outra vítima, um pouco mais recente, é o mp3player, que também foi impiedosamente incorporado aos celulares. Nada mais lógico, já que todos os aparelhos atuais possuem os circuitos necessários para processar e reproduzir áudio e suportam cartões de memória de até 32 GB, sendo o suporte a MP3 apenas uma questão de software e de interface.
Como brinde, você ganha também a possibilidade de assistir vídeos, incluindo clipes do YouTube e outros sites de compartilhamento, que podem ser tanto salvos usando o PC, quanto acessados diretamente, usando a conexão de dados. Em um aparelho com uma tela razoavelmente grande, você pode até mesmo assistir filmes e séries inteiras.
Um bom sintoma da perda de espaço dos mp3players é o fato da Apple, que fez tanto sucesso com o iPod, encarar o complicado mercado de celulares e investir no iPhone, de forma a se manter relevante. Daqui a dois ou três anos, será raro ver alguém com um iPod ou outro mp3player stand-alone, assim como hoje em dia é raro ver alguém com um palm ou uma agenda eletrônica.
Continuando, os próximos da lista são os navegadores GPS. Hoje em dia, você pode instalar um software de localização como o Google Maps mesmo em aparelhos relativamente simples e conectá-lo via bluetooth a um receptor GPS externo, obtendo assim uma boa solução para localização e navegação. Entretanto, com a queda nos custos dos componentes, cada vez mais modelos estão vindo com receptor GPS integrado e softwares de navegação com suporte a navegação assistida (como no caso dos aparelhos da Nokia com o Nokia Maps). Isso permite que você utilize o próprio smartphone para traçar rotas e se localizar no trânsito, sem precisar de um navegador GPS dedicado:

Um aparelho de GPS pode parecer algo supérfluo à primeira vista. Entretanto, depois que você o usa por alguns dias, começa a se perguntar como pôde viver tanto tempo sem ele, sobretudo se você é um dos infelizes motoristas que abarrota as ruas de uma grande cidade, como São Paulo. Pode demorar mais um ou dois anos, mas eventualmente os celulares com GPS se tornarão tão comuns quanto os com câmera ou MP3, puxados pela redução no custo dos componentes.
Outra classe ameaçada de extinção é a dos modems USB. Eles se tornaram populares no início da implantação dos serviços de acesso via 3G devido ao plano de negócios adotado por algumas operadoras, de diferenciar os planos de acesso para PCs e notebooks dos planos de acesso a partir de smartphones (daí o uso de modems separados). Entretanto, praticamente todos os smartphones atuais podem ser usados como modem, muitas vezes com uma configuração ainda mais simples do que em um modem USB. Conforme as operadoras passem a disponibilizar planos que combinem voz e tráfego de dados ilimitados, mais e mais usuários passarão a usar o próprio smartphone como modem, em vez de carregar um telefone e um modem USB separado.
Uma outra vantagem dos smartphones é que eles podem ser usados também como modem bluetooth, eliminando a necessidade de usar fios. Isso é bastante útil para quem usa um notebook para se conectar em aeroportos, salas de espera e em outros lugares onde não exista uma mesa disponível, já que você pode se conectar à web sem tirar o smartphone do bolso.....

iPhone


Concorrendo com as duas plataformas temos o iPhone, que apesar de ser o mais novo, tem crescido em popularidade. O iPhone 3G tem obtido tanta exposição que dispensa maiores comentários. Os pontos fortes são a interface e a grande variedade de aplicativos, que são comercializados através da Apple AppStore. Embora não tenha teclado, ele oferece uma forma conveniente de entrada de texto usando um teclado onscreen, que funciona bem graças à combinação da boa sensibilidade da tela e otimizações no software.
O iPhone roda uma versão reduzida do MacOS X, portada para processadores ARM e customizada para rodar dentro das limitações de memória e processamento dos aparelhos. Naturalmente, existem muitas diferenças com relação à interface e no suporte à aplicativos, mas o Kernel e outros componentes básicos do sistema são os mesmos.
Pode parecer estranho que tenham conseguido simplificar o pesado OS X a ponto de rodar em um smartphone, mas, na verdade, isso foi relativamente simples. O OS X é um sistema Unix, derivado do BSD, que segue a mesma estrutura básica que temos no Linux, com um Kernel bastante leve e um grande conjunto de drivers, bibliotecas e aplicativos rodando sobre ele. O sistema é facilmente portável, de forma que apenas uma pequena parte do código precisa ser alterada para rodar em outras plataformas. A parte mais complicada ficou por conta da interface, que foi desenvolvida a partir do zero.
Eliminando todo o overhead da versão desktop e criando um set de aplicativos otimizados, a Apple conseguiu chegar ao iPhone OS, a versão reduzida do sistema, que ocupa cerca de 300 MB da memória flash integrada. Junto com o porte do OS X, a Apple desenvolveu uma versão reduzida do Safari, usado como navegador, integrando o conjunto resultante com as funções de player de mídia, já usadas anteriormente no iPod.
Parte das funções da interface são acionadas por gestos, um conceito antigo, mas que ainda não havia sido implementado em smartphones. Ao rolar uma página web, ou alternar entre títulos na lista de músicas, por exemplo, o scroll é feito de acordo com a velocidade em que você arrasta o dedo. Se arrastar muito rápido, você pode ir direto ao final da página.

No aplicativo de imagem, um gesto de pinça, abrindo o polegar e o indicador sobre a tela, faz com que a imagem seja ampliada. Fazendo o movimento inverso, ela é reduzida. O iPhone possui também um acelerômetro, que é bem aproveitado pelo software. O simples gesto de levar o telefone à orelha, faz com que a ligação seja atendida e girá-lo faz com que um vídeo, foto ou página web passe a ser mostrada em modo wide-screen.
Ao contrário do que a mídia faz parecer, o iPhone não trouxe muitos recursos que já não estivessem disponíveis em aparelhos de outras plataformas. A jogada da Apple, foi conseguir apresentar recursos básicos como a possibilidade de navegar, ler os e-mails, ouvir música, assistir vídeos, usar o Google Maps e instalar aplicativos adicionais no smartphone de uma forma acessível às pessoas sem muita familiaridade com tecnologia, combinado com um gigantesco esforço de marketing para divulgar o produto, da mesma forma como foi anteriormente feito com o iPod.

Existem duas versões do iPhone: o original, que oferece suporte a redes 2G e já é considerado obsoleto e o iPhone 3G, que oferece suporte a UMTS e incluiu diversas pequenas mudanças nos componentes e no software, mantendo o mesmo formato básico."
 


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Sem Fantasia ! Dois

Dois Corpos som corpos voz dimensões !! no encontro do desencontro...no desencontro do encontro... o que é isso... interativo, interdependendo...



Estava lendo um artigo no site da salainterativa e lembrei desse video... entre vários outros pensamentos, pois cheguei a esse site por um amigo... e então dentro desses pensamentos várias idéias concatenadas em temas afins. Uma certa, uma tal sincronicidade...

Lembrei também do movimento ou da filosofia da Não Dialética... Caramba Uau... nada fácil... Um questionamento sobre algo de poder, política... criação do conhecimento...

Esse estante foi um dos que me veio logo depois do contato de outro amigo para nos encontrarmos, amigos com afinidades especificas no campo do galáctico, humano, social...rs....

Para vc ver... fazemos várias coisas que acabam se tornando a mesma coisa...

Economia solidaria  : http://www.trocandolivros.com.br/

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http://saladeaulainterativa.pro.br
http://saladeaulainterativa.pro.br/entrevistas.htm
Dessa página: http://saladeaulainterativa.pro.br/entrevista_0002.htm
esse texto.essa entrevista (uma parte o restante vá no link aí e veja:

Fonte: http://www.iuvb.edu.br/br/atualidades/entrevistas/marcos.htm (pesquisa realizada em março/2003)
"Interatividade requer a morte do sujeito narcisicamente investido do poder"

Professor de Sociologia da Educação, Marco Silva é autor do livro Sala de Aula Interativa. Nesta entrevista exclusiva à uvb.Br, diz que "uma sala de aula baseada na disposição à co-autoria, à interatividade, requer do professor a morte do sujeito narcisicamente investido do poder". E acrescenta: "Expor sua opção crítica à intervenção, à modificação, requer humildade. Digo humildade e não fraqueza ou minimização da autoria, da vontade, da ousadia."

E o jovem da geração digital, enfatiza Marco Silva, "lembra a criança que vai ao teatro infantil: quer subir no palco e interferir na cena; essa atitude menos passiva diante da mensagem é sua exigência de uma nova sala de aula."

Vitor Hugo Louzado


Como surgiu seu interesse por salas de aula interativas?

Marco Silva - Há 15 anos leciono Sociologia da Educação em cursos de formação de professores e em faculdades de Pedagogia. Durante esse tempo, além de professor, tenho sido pesquisador de dois temas que me inquietam cada vez mais. Um é o processo de fragilização da escola no cumprimento de sua função social de formar cidadãos esclarecidos, senhores do seu próprio destino - ideal iluminista.

O outro é a sala de aula interativa que rompe com a modalidade comunicacional baseada na transmissão de informações e centrada no falar-ditar do professor. Situo os dois temas no cruzamento da sociologia com a educação.

Meu interesse por sala de aula interativa vem da percepção de que a sala de aula tradicional não educa para a cidadania, uma vez que não estimula a participação do aluno na construção do conhecimento. Nas escolas e universidades, a educação continua baseada no modelo comunicacional da transmissão em massa.

Aí prevalece o mesmo modelo da mídia de massa: a distribuição de informações separando emissão e recepção. Quando o ensino está centrado na emissão do professor e do livro, cabe ao aluno o lugar da recepção passiva que não prepara a participação cidadã, o lugar da prestação de contas que não estimula criatividade porque se basta com a repetição.

O que a teoria de Paulo Freire tem a ver com sala de aula interativa?

Marco Silva - O educador Paulo Freire já chamou a atenção dos professores para o problema da transmissão quando dizia: "A educação autêntica não se faz de 'A' para 'B' ou de 'A' sobre 'B', mas de 'A' com 'B'." No entanto, pouco se tem feito para modificar o sistema centrado no falar-ditar do mestre.

Há o peso de uma tradição bem identificado por Pierre Lévy quando este diz: "a escola é uma instituição que há 5 mil anos se baseia no falar-ditar do mestre". Tradicionalmente os professores vêm reproduzindo a sala de aula centrada na transmissão de informações. Tradicionalmente ela é identificada com o ritmo monótono e repetitivo associado ao perfil de um aluno que permanece demasiado tempo inerte, olhando o quadro, ouvindo récitas e copiando.

Nos seus livros Pedagogia do Oprimido, Educação e Mudança e A importância do ato de ler, Paulo Freire faz críticas à transmissão como sendo o modelo mais identificado como prática de ensino e menos habilitado a educar. Cito algumas: "O professor ainda é um ser superior que ensina a ignorantes. Isto forma uma consciência bancária [sedentária, passiva].

O educando recebe passivamente os conhecimentos, tornando-se um depósito do educador. Educa-se para arquivar o que se deposita."; "Quem apenas fala e jamais ouve; quem 'imobiliza' o conhecimento e o transfere a estudantes, não importa se de escolas primárias ou universitárias; quem ouve o eco, apenas de suas próprias palavras, numa espécie de narcisismo oral; (...) não tem realmente nada que ver com libertação nem democracia."; "Ensinar não é a simples transmissão do conhecimento em torno do objeto ou do conteúdo. Transmissão que se faz muito mais através da pura descrição do conceito do objeto a ser mecanicamente memorizado pelos alunos."

Paulo Freire não desenvolveu uma teoria da comunicação que pudesse dar conta de sua crítica à transmissão. No entanto, deixou esse legado que garante ao conceito de interatividade a exigência da participação daquele que deixa o lugar da recepção para experimentar a co-criação.

A interatividade entre professores e alunos só pode aparecer com o uso de novas tecnologias?

Marco Silva - Não. Interatividade é um conceito de comunicação. Pode ser empregado para significar a comunicação entre interlocutores humanos, entre humanos e máquinas e entre usuário e serviço. No entanto, para que haja interatividade é preciso garantir duas disposições decisivas:

1. a dialógica que associa emissão e recepção como pólos antagônicos e complementares na co-criação da comunicação;

2. a intervenção do usuário ou receptor no conteúdo da mensagem ou do programa abertos a manipulações e modificações.

O termo "interatividade" aparece na década de 1970, no contexto da crítica à mídia de massa centrada na emissão que uniformizava fluxos instituindo legitimidades. O termo virou moda na década de 1980 a partir da informática, quando a tela do monitor deixou de ser um plano de irradiação para tornar-se espaço tridimensional de adentramento, manipulação e co-criação, com janelas (windows) móveis e abertas a múltiplas conexões. Por esse fato ficou associado ao computador.

Na sala de aula infopobre, aquela que não dispõe do computador ligado à internet, o professor pode modificar a velha tradição do falar-ditar. Em lugar de transmitir, ele propõe o conhecimento. Ou seja, ele não oferece o conhecimento à distância para a recepção audiovisual sedentária, passiva.

Como sugerem Thornburg e Passarelli, o professor "modela os domínios do conhecimento como espaços conceituais, onde os alunos podem construir seus próprios mapas e conduzir suas explorações, considerando os conteúdos como ponto de partida e não como ponto de chegada no processo de construção do conhecimento".

Na sala de aula interativa a participação do aluno se inscreve nos estados potenciais do conhecimento arquitetados pelo professor e evoluindo em torno do núcleo preconcebido, com coerência e continuidade, mas ao mesmo tempo aberto à polifonia, à ambivalência, à instabilidade e ao acaso. Neste ambiente o aluno não está mais reduzido a olhar, ouvir, copiar e prestar contas. Ele cria, modifica, constrói, aumenta e, assim, torna-se co-autor da construção da comunicação e do conhecimento. Tudo isso pode acontecer na sala de aula infopobre..."


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Empreendedorismo Social
www.ashoka.org.br

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sábado, 5 de dezembro de 2009

Psy + 3

Reasons Why You Need to Get a Good Night's Sleep

Monday November 30, 2009
When was the last time you found yourself drifting off in the middle of a long class lecture or meeting? According to the National Sleep Foundation's 2008 "Sleep in America" poll, 29% of participants reported becoming very sleepy or even falling asleep at work in the previous month alone.
Reasons why you need sleep
Sleep can affect learning, stress, weight and much more.
"Nearly 50 million Americans chronically suffer from sleep problems and disorders that affect their careers, their personal relationships and safety on our roads," explains Darrel Drobnich of the National Sleep Foundation in a press release. Unfortunately, getting a good night's sleep is not a priority for many of these individuals. The foundation's reports also found that approximately 63% of respondents simply accept sleep deprivation as a part of their life, while 32% turn to caffeinated drinks to combat their daytime sleepiness.
"Similar to diet and exercise, sleep needs to be an integral element of a healthy lifestyle. The impact of not getting good sleep is far reaching and has Americans compromising their productivity, safety, health and relationships - both on the job and at home," Drobnich suggests. Recent research has linked lack of sleep to a wide range of ailments, including memory problems and obesity. Learn more about some of the top reasons why you should get a good night's sleep.
Of course, knowing why you need to sleep isn't enough to solve the problem. If you struggle with sleep, there are a number of tips you can follow to improve both the amount and quality of sleep you get each night. About.com's Guide to Sleep Disorders, Brandon Peters, has some great tips on how to get a better night's sleep.

site : http://psychology.about.com/b/2009/11/30/reasons-why-you-need-to-get-a-good-nights-sleep.htm

Comments


November 4, 2008 at 10:30 am
(1) Jane says:
I have no doubt at all that sleeping more (and better) would be optimal. The problem is that my body seems to have forgotten how to do it. There is litle out there to help other than medication and I don’t want to go down that road. So far the best down-to-earth advice came from a book by Siegfried Haug: I Want to Sleep-UNlearning Insomnia

Top Reasons to Get a Good Night's Sleep

How Sleep Improves Memory, Reduces Stress and Enhances Decision-Making

By , About.com Guide
When was the last time you found yourself drifting off in the middle of a long class lecture or meeting? According to the National Sleep Foundation's 2008 "Sleep in America" poll, 29% of participants reported becoming very sleepy or even falling asleep at work in the previous month alone.
Recent research has linked lack of sleep to a wide range of ailments, including memory problems and obesity. Learn more about some of the top reasons why you should get a good night's sleep.

Sleep May Help You Learn More Effectively

Sleop can improve learningSvein Halvor Halvorsen
Researchers have long believed that sleep plays an important role in memory, but recent evidence suggests that getting a good night's sleep can improve learning. In one study, researchers found that depriving students of sleep after learning a new skill significantly decreased memory of that skill up to three days later (Winerman, 2006). Known as the memory consolidation theory of sleep, this notion proposes that sleep serves to process and retain information learned earlier while awake. While there is research both for and against the theory, many studies have shown that sleep can play an important role in certain types of memory.
site: http://psychology.about.com/od/statesofconsciousness/tp/reasons-to-sleep.htm

Better Sleep Guidelines
Top 10 Ways to Get a Better Night's Sleep Tonight

By , About.com Guide
About.com Health's Disease and Condition content is reviewed by our Medical Review Board
There are simple guidelines that will help you have better sleep tonight. At some point in their lives, for any number of reasons, nearly all Americans will have difficulties sleeping. This can lead to significant distress, but have no fear! There are simple steps to take that will help you to sleep better tonight.
  1. Get up and go to bed at the same time every day, even on weekends. We are creatures of habit, and our sleep is no exception. By consistently going to bed and getting up at the same time, we condition our body to follow a regular pattern of sleep. This allows our body’s natural clock, called a circadian rhythm, to help initiate and maintain our sleep.
  2. Make sure your bedroom is quiet, dark, cool, and comfortable. Studies find that sleeping in a cool environment is most conducive to sleep. By eliminating excess noise and light, we can minimize the disruptions that might wake us up. In addition, the bedroom should be a relaxing place and not a source of stress.
  3. Bedrooms are for sleeping and sex, not for watching television or doing work. Somehow we have managed to make the bedroom a multipurpose room. All electronics must be removed! Televisions, gaming systems, computers, telephones, and various other gadgets are stimulating and disruptive to sleep. Don’t allow them in your bedroom and don’t use them in the brief period before going to bed. Even the small amount of light from a computer screen in the evening hours can stimulate your brain into thinking it is time to be awake. Moreover, do not use the bedroom to do work as these activities are likewise stimulating and will disrupt your sleep.
  4. Avoid caffeine, alcohol, and nicotine 4-6 hours before bedtime. Caffeine can be found in expected places like coffee, soda pop, or tea, but also in unexpected foods like chocolate. As a stimulant it will keep you awake, even if used nearly six hours before bed. Likewise, nicotine will disrupt your sleep. And contrary to common practice, an alcoholic “nightcap” can actually make your sleep worse. Though it may cause you to become drowsy, alcohol fragments the stages of your sleep and makes it more disrupted.
  5. Don’t take naps. The period of time that you are awake adds to something called “sleep drive.” The longer we stay awake, the more we want to go to sleep. By taking a nap we can relieve this desire to sleep, but it will also make it less likely that we will be able to easily go to sleep later. Adults should have a consolidated period of sleep at night without additional naps. If there is excessive daytime sleepiness and desire to nap, in spite of adequate sleep time, this might suggest a sleep disorder warranting further evaluation.
  6. Exercise every day, but avoid doing it 4 hours before bedtime. Staying active and physically fit is an excellent way to ensure a good night’s sleep. However, exercise too close to bedtime may actually cause difficulties in getting to sleep as your body will still be revved up.
  7. Develop sleep rituals which include quiet activities, such as reading, 15 minutes before bedtime. Just like we maintain for children, adults need daily sleep rituals prior to going to bed to allow us to unwind and mentally prepare for going to sleep. These rituals should include quiet activities such as reading, listening to relaxing music, or even taking a nice bath.
  8. If you are having trouble getting to sleep, don’t struggle in bed or you will train yourself to have difficulties there. Individuals who have difficulty initiating sleep often toss and turn in bed and try to force sleep to come. As this is repeated, night after night, this sets up a situation where we associate our bed with the anxiety of not being able to sleep. If you are unable to get to sleep within 15 minutes, go to another quiet place and lie down until you feel ready to fall asleep, and then return to your bedroom to sleep.
  9. Avoid eating or drinking in the few hours right before going to bed, as these might lead to disruptions of your sleep. Discomfort with heartburn or acid reflux as well as needing to get up multiple times to urinate can be very disruptive to a good night’s sleep. It is best to avoid setting up these situations by not eating or drinking in the few hours just prior to bedtime.
  10. Make sleep a priority: don’t sacrifice sleep to do daytime activities. The most important advice is to respect that your body needs to sleep. Too often we are likely to allow our sleep time to be infringed upon when our daytime obligations take longer than we expect. Additionally, opportunities to engage in pleasurable activities—visiting friends, watching television, playing on the internet, eating out, and any number of others—quickly cut into our sleep time if we allow them to. It is important to schedule your sleep time and keep to that schedule, no matter what might come up during the day. site: http://sleepdisorders.about.com/od/howcanisleepbetter/a/bettersleep.htm

Psy + 2

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Autism treatment works in kids as young as 18 mos.

- November 30, 2009 CHICAGO - The first rigorous study of behavior treatment in autistic children as young as 18 months found two years of therapy can vastly improve symptoms, often resulting in a milder diagnosis.
The study was small - just 48 children evaluated at the University of Washington - but the results were so encouraging it has been expanded to several other sites, said Geraldine Dawson, chief science officer of the advocacy group Autism Speaks. Dawson, a former University of Washington professor, led the research team.
Early autism treatment has been getting more attention, but it remains controversial because there's scant rigorous evidence showing it really works. The study is thus "a landmark of great import," said Tony Charman, an autism education specialist at the Institute of Education in London.
There's also a growing emphasis on diagnosing autism at the earliest possible age, and the study shows that can pay off with early, effective treatment, said Laura Schreibman, an autism researcher at the University of California at San Diego.
The National Institute of Mental Health funded the study, which was published online Monday in Pediatrics.
Children aged 18 months to 30 months were randomly assigned to receive behavior treatment called the Early Start Denver model from therapists and parents, or they were referred to others for less comprehensive care.
The therapy is similar to other types of autism behavior treatment. It focused on social interaction and communication - which are both difficult for many autistic children. For example, therapists or parents would repeatedly hold a toy near a child's face to encourage the child to have eye contact - a common problem in autism. Or they'd reward children when they used words to ask for toys.
Children in the specialized group had four hours of therapist-led treatment five days a week, plus at least five hours weekly from parents.
After two years, IQ increased an average of almost 18 points in the specialized group, versus seven points in the others. Language skills also improved more in the specialized group. Almost 30 percent in the specialized group were re-diagnosed with a less severe form of autism after two years, versus 5 percent of the others. No children were considered "cured."
Ashton Faller of Everett, Wash., got specialized treatment, starting at age 2.
"He had no verbal speech whatsoever, no eye contact, he was very withdrawn," recalled his mother, Lisa Faller.
Within two years, Ashton had made "amazing" gains, she said. Now almost 6, he's in a normal kindergarten class, and though he still has mild delays in social skills, people have a hard time believing he is autistic, Faller said.
The treatment is expensive; participants didn't pay, but it can cost $50,000 a year, Dawson said. Some states require insurers to cover such costs, and Autism Speaks is working to expand those laws.

site: http://www.psycport.com/showArticle.cfm?xmlFile=ap_2009_11_30_ap.online.all_D9C9NSV80_news_ap_org.anpa.xml&provider=